segunda-feira, 31 de julho de 2017

Harley-Davidson: Rider Assistance é uma piada? Epílogo


Bom, vamos ver como se encerrou o assunto desta postagem:

  1. O problema apresentado não era, com certeza, com a bateria da motocicleta. Já se passaram 3 semanas e a bateria continua com plena carga, no uso normal que faço da motocicleta.
  2. Por precaução, troquei a pilha do controle remoto (key fob), pois a motocicleta apresentou sinais de acionamento do alarme (luzes de emergência piscando), quando cheguei em casa.
Com relação à recusa do atendimento por parte do Rider Assistance, a história foi mais longa. 

Inicialmente fiz uma mensagem para o SAC da Harley-Davidson do Brasil, relatando o ocorrido.
No dia seguinte um email da HD do B solicitou de qual número eu havia feito o pedido de assistência.
Posteriormente, recebi outra mensagem dizendo que o prestador terceirizado do Rider Assistance não conseguia "encontrar" a minha chamada. Por sorte, fiz a ligação pelo meu celular e tinha a chamada registrada com dia, hora e duração. Fiz uma captura de tela e enviei ao SAC.

Dias depois, recebi uma ligação telefônica da HD do B - não se dignaram a responder por email - pedindo desculpas, afirmando que a pessoa que me atendeu não conseguiu entrar no cadastro da minha motocicleta e dizendo que haviam registrado uma reclamação com a "diretoria do prestador do serviço." 

Perguntei, então, ao funcionário da HD do B, qual seria a compensação que eu receberia pelo mal atendimento. Resposta: eu poderia contar com o Rider Assistance até o final da garantia!!! 

Ou seja: coisa nenhuma, já que isto já é um direito adquirido ao comprar a motocicleta nova!

Então, fica combinado assim:
  • A HD do B contrata um prestador de serviço meia-boca que não dá treinamento correto a seus funcionários.
  • O harleyro fica sem atendimento.
  • A HD do B faz uma "reclamação" com a diretoria ....
  • Todo mundo fica feliz, com seu emprego garantido e o cliente que se dane!
Sem dúvida nenhuma no Brasil o harleyro é, antes de tudo, um forte. Afinal, para aguentar o péssimo serviço de pós-venda, o camarada tem que ter muita força na sua paixão pela marca.

A Benetton também quer a Ducati?


E os rumores continuam fervendo no mundo das duas rodas sobre a possível venda da Ducati Motors, atualmente nas mão da Audi.

Os tempos são bicudos para as motocicletas de grande porte. A venda de motocicletas está ligeiramente favorável somente no Extremo Oriente e assim mesmo para motocicletas e motonetas de pequeno porte, de preços baixos e de manutenção rápida e econômica. Pouca gente esta comprando super-bikes com motores e sistemas sofisticados que necessitam manutenção por mecânicos altamente qualificados, em oficinas que mais parecem centros cirúrgicos.

Apesar disto, a imagem da Ducati tem crescido vertiginosamente nos últimos anos e vários investidores institucionais tem demonstrado interesse na sua compra. Entre eles a líder mundial em motocicletas acima de 600 cc, Harley-Davidson, e o formidável conglomerado indiano Bajaj, além de uma companhia chinesa ainda não identificada.

Agora, os rumores esquentaram de vez sobre um grande investidor italiano, disposto a assinar um cheque de 1,2 bilhão de Euros pela Ducati: nada mais que a Benetton, a grande empresa de moda, conhecida por seus comerciais polêmicos e por ter sido a dona da equipe de Fórmula Um que proporcionou a Michael Schumacher seu primeiro campeonato mundial de F1.



Como sempre, ninguém em Borgo Panigale quer comentar sobre estes rumores. Até por que não adianta. O assunto será decidido em Ingolstadt, onde fica a matriz da Audi. E pode até acontecer da Audi decidir não vender a Ducati, no final das contas. Afinal ela é uma das poucas montadoras de super-bikes com resultados lucrativos.

Para os italianos, a compra da Ducati pela Benetton seria a melhor notícia, é claro. A Benetton é extremamente saudável financeiramente e manteria o patriotismo italiano vivo e saudável no mundo do motociclismo.

sábado, 22 de julho de 2017

Novo preço da gasolina . . .


Definitivamente estamos em um grande circo . . .

domingo, 9 de julho de 2017

Harley-Davidson: Rider Assistance é uma piada?


Se for piada, é de mau gosto, sem dúvida!

Hoje estáva fazendo um belíssimo dia de sol na República de Curitiba, provocando uma vontade incontrolável de rodar na nossa Heritage Softail, a Sunshine.

Passear de motocicleta em Curitiba aos domingos ou feriados é muito bacana. Com pouco trânsito, as belíssimas e frondosamente arborizadas avenidas e alamedas são uma fonte inesgotável de prazer em uma motocicleta.

Assim, saímos de casa com a intenção de rodar um pouco e depois ir almoçar no Paraguassú Grelhados, o que é sempre uma boa pedida num domingo de sol.

Mas, antes, eu tinha que deixar uma encomenda na casa de um amigo, distante cerca de 14 km da nossa casa.

Lá chegando, desliguei a Harley e coloquei a encomenda na caixa do correio, pois sabia que meu amigo não estaria em casa. Ao dar a partida, surpresa: a bateria não conseguia girar o motor de arranque! Achei muito estranho, pois ao dar a partida em casa, funcionou perfeito, como sempre.

Fiz algumas tentativas, intercaladas com um espaço de tempo, e nada! Bom, decidi que era a hora de acionar o Rider Assistance e liguei para o 0-800-13-1854 para pedir ajuda.

A atendente solicitou o número da placa, que foi informado. Depois de alguns minutos de espera, ela retornou dizendo que não conseguia achar a minha Heritage no sistema e pediu o número do chassi, que foi fornecido. Passaram vários minutos e a atendente voltou pedindo para confirmar o número do chassi, o que foi feito. Outros minutos mais se passaram e nada.

Neste meio tempo, um taxista parou ao nosso lado e perguntou se precisávamos de ajuda. Eu já havia retirado o banco e a bateria estava à mostra. Respondi que estava com problema na bateria e ele se prontificou a nos ajudar, dizendo que tinha um cabo para fazer a conexão com a bateria do seu carro.

Foi aí que a atendente do Rider Assistance voltou, dizendo que minha garantia estava expirada desde março e, por causa disto, não poderia nos ajudar. Argumentei com ela que a motocicleta havia sido adquirida, 0Km, em fevereiro de 2016 e com a garantia de 2 anos ainda em efeito. De nada adiantou o meu argumento, ela afirmava que a garantia já havia acabado. Enquanto eu tentava argumentar mais, a ligação caiu.

Bom, fizemos a conexão entre as duas baterias, acionei a partida e o motor pegou na hora.

Graças a um solidário taxista de Curitiba, a motocicleta produzida pela empresa que está prestes a completar 115 anos, voltou à vida e nos permitiu regressar à casa.

Se dependesse do Rider Assistance, eu estaria lá, ainda!

Claro, amanhã vou apresentar minha reclamação à Harley-Davidson do Brasil.

Mas, para todos os fins práticos, foi como se eu tivesse comprado uma motocicleta xingilingue e não uma máquina produzida pela lenda.

É como se diz, nada pode ser tão ruim que não possa piorar. O pós-venda da HD do B é uma prova concreta disto.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Harley-Davidson: novidades na linha Softail em 2018?


Há muitos rumores no mercado sobre mudanças significativas na linha Softail para 2018.

Meus contatos ainda não informaram nada de concreto, mas me permito alguns especulações
  • Motorização com o Milwaukee-Eight - é o mais lógico. Da mesma forma como ocorreu nos motores anteriores, equipar a linha Softail com o M-8 de 107 polegadas cúbicas faz todo sentido.
  • Embreagem hidráulica: baseado no meus testes na Ultra Limited e na Street Glide, espero que não seja verdade, mas também faz sentido, pela redução no custo de produção: quantos mais modelos tiverem esta embreagem, menor o custo individual de produção para a HDMC.
O Dan Morel comentou no Facebook que "o mais concreto até o momento é a unificação dos frames em uma plataforma única."

Qualquer outra consideração é pura especulação. Temos de esperar agosto, quando a linha 2018 será divulgada, para sabermos mais.

Estou curioso!

Harley-Davidson Brasil com preços reduzidos



Navegando em mares de baixa demanda, a Harley-Davidson do Brasil oferece descontos e juros baixos na venda financiada de alguns modelos, durante o mês de julho.

Veja as ofertas:


A Softail® Deluxe tem preço reduzido de R$ 65,9 mil por R$ 61,9 mil, com valorização de R$ 5 mil em uma seminova dada como parte de pagamento.
O negócio conta com taxa de 0,99% ao mês com 40% de entrada em 36 vezes. 


A Fat Boy® é oferecida com a taxa de 0,99% ao mês, 40% de entrada e o saldo em até 36 vezes, com o preço diminuindo de R$ 65,4 mil para R$ 63,4 mil e também com valorização de R$ 5 mil em qualquer seminova.
A recém-chegada da família Sportster, a Roadster® é o mais novo membro da linha Dark Custom™ e é oferecida de R$ 48,6 mil por R$ 44,6 mil, com taxa de 0,99% ao mês, entrada de 30% e saldo em até 48 parcelas, com valorização de R$ 3 mil em qualquer seminova.

Confira as ofertas visitando sua concessionária preferida.

sábado, 1 de julho de 2017

H.O.G. The One Curitiba Chapter e os números do primeiro trimestre.


O H.O.G. The One Curitiba Chapter é um dos mais ativos do país. É impressionante o resultado.

Seria muito bom se os demais H.O.Gs também divulgassem os números de suas atividades e, no final do ano, pudéssemos ter um relatório total dos eventos e passeios do H.O.G. no Brasil.