sábado, 18 de fevereiro de 2017

1º Encontro dos Batedores de Curitiba


O encontro foi realizado nas dependências do Quartel-General da 5ª Divisão de Exército e coordenado pela 5ª Companhia de Polícia do Exército. Teve a participação e apoio do H.O.G. (Harley Owners Group - The One Curitiba Chapter), Bodes do Asfalto e Virago Paraná.

Área da 5ª Divisão de Exército, em Curitiba.
Fotos do evento:

Com nossos amigos Cristian (dir.) e Boeing (centro), do Batalhão de Trânsito da
Polícia Militar do Paraná.

Integrantes da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Militar do Paraná prestigiaram o evento.



Membros da Brigada Paranaense de Viaturas Militares Antigas (BPVMA) fizeram exposição de veículos militares.






Havia uma área de food-trucks que antendeu bem as necessidades dos visitantes, inclusive crianças e adolescentes.


Área da competição de habilidade com motocicletas. Motociclistas militares e civis participaram.




O Comandante da 5ª Companhia de Polícia do Exército, Capitão Moreira, dirige-se aos motociclistas agradecendo a participação.




 Depois de ficarmos no local por algum tempo, seguimos para o Paraguassu Grelhados, para almoçar.


Foi um ótimo sábado na República de Curitiba.

Imigração: 20 fatos que você precisa saber

Imigrantes europeus passando pela Imigração na Ilha de Ellis, NY., em 1900.
20 fatos sobre imigração que você precisa saber para formar sua opinião e que a mídia esquerdopata não informa:

1 – Falam em 11 milhões de imigrantes ilegais nos Estados Unidos hoje, mas estimativas mais realistas, e ainda assim conservadoras, apontam para 30 milhões, a imensa maioria de hispânicos. Os imigrantes hispânicos legais votam 8 para 2 em democratas contra republicanos. Alguma surpresa de a bandeira da “anistia” ser de esquerda?

2 - A imprensa fala, como se fossem boas notícias, que os imigrantes usam “apenas” 18% mais de “welfare” estatal do que os nativos, mas imigrantes que imediatamente já precisam de esmolas estatais deveriam ser aceitos? Os pagadores de impostos não conseguem sustentar nem os locais, e vão receber mais gente dependente do governo? Em geral, 60% dos imigrantes – legais e ilegais – recebem assistência governamental, contra menos de 40% dos americanos. Se o fardo já está pesado para manter os próprios americanos nesse sistema paternalista, por que trazer ainda mais gente nessa condição?

3 - Se no passado os imigrantes vinham em busca de oportunidades e respeitando os principais valores americanos, hoje muitos chegam dependendo do estado e ainda por cima cuspindo na América, tida como “racista, sexista, homofóbica e preconceituosa”. Em 1915, Louis Brandeis, que seria ministro da Suprema Corte depois, deu um discurso no 4 de julho alegando que o imigrante deveria abraçar os valores americanos. Em 2014, a Suprema Corte sustentou o direito de uma escola da Califórnia banir camisetas com a bandeira americana para não “ofender” imigrantes mexicanos celebrando o Cinco de Maio. Por que, então, os americanos deveriam abrir suas fronteiras para receber quem odeia tudo aquilo que a América representa historicamente?

4 - Há uma campanha em curso, endossada pela esquerda e por libertários como Ron Paul, para substituir o termo “ilegal” por imigrante “não-documentado”, eufemismo tosco que serve para suavizar um crime no país que foi criado com base no império das leis. A justificativa é que usar o termo “ilegal” pode acabar “desumanizando” esses pobres indivíduos.

5 - A mudança estrutural ocorreu na década de 1960, sob o comando de Teddy Kennedy, quando as fronteiras foram escancaradas. A regra do “anchor baby” permitiu que milhões de mexicanos atravessassem a fronteira apenas para ter filhos “americanos”, muitas vezes em hospitais públicos, com tudo pago pelo tax payer americano. Depois, em nome da “reunificação familiar”, parentes de todo tipo, como primos, avós e tios, foram aceitos no país. Não passa pela cabeça da esquerda que a reunião familiar poderia se dar… do outro lado da fronteira, em seu país de origem? O que um típico “jeitinho” desses acaba fazendo com um país acostumado a respeitar as regras?

6 - Segundo um estudo de Robert Rector, da Heritage Foundation, o americano com terceiro grau completo paga $29 mil a mais de imposto todo ano do que recebe de volta em serviços do governo, enquanto os imigrantes legais com mesma formação, na média, recebem $4 mil a mais em serviços do que pagam em impostos. Os imigrantes com diploma de segundo grau recebem $15 mil a mais, e aqueles sem diploma coletam impressionantes $37 mil extras!

7 - “A América é a terra dos imigrantes”, dizem os defensores da política atual. Mas ignoram que o grosso era formado por europeus em busca de trabalho, com forte predominância do que se chama WASP. Todos os presidentes eram protestantes, à exceção de JFK, católico. A descendência britânica, em parte, sempre esteve presente na Casa Branca de alguma forma. O respeitado professor de Harvard, Samuel Huntington, questiona: “A América seria a América de hoje se nos séculos 17 e 18 tivesse sido civilizada não por protestantes britânicos, mas por católicos franceses, espanhóis e portugueses?” E responde: “Certamente que não”. Edmund Burke, o “pai do conservadorismo”, destacou a influência britânica e a protestante como fatores fundamentais pela paixão dos americanos pela liberdade. Como negar, então, que a crescente latinização da América poderá torná-la mais parecida com os demais países latino-americanos? E isso não deveria preocupar aqueles que amam o que a América representa?

8 - A esquerda fala muito em “diversidade” como sinônimo de força. Mas vejamos alguns casos em que a diversidade significou, na prática, o caos e até a guerra civil: a Irlanda com os católicos e os protestantes em constante guerra; Israel e palestinos na Cisjordânia; as facções em constante briga na Índia, no Sri Lanka, na China, no Iraque e na antiga Checoslováquia, nos Balcãs, na Chechênia. Vários países europeus estão com maior diversidade agora que muçulmanos dominaram bairros inteiros, adotando até a sharia. A Europa melhorou com esse fluxo dos países islâmicos? E claro: o Brasil costuma ser citado como o melhor exemplo de “melting pot”, uma completa mistureba, onde não poderia haver mais diversidade. E quem vai festejar o resultado? Será que “diversidade”, por si só, é algo positivo e que deve ser almejado como meta?

9 - A América já absorveu mais de um quarto da população total mexicana, de acordo com o Pew Research Center. Os Estados Unidos possuem mais hispânicos do que qualquer outro país do mundo, exceto o próprio México. A população hispânica representa 47% do total em New Mexico, 39% do total na Califórnia, 38% no Texas, 30% no Arizona e 27% em Nevada. Trata-se de uma mudança impressionante e bem rápida: em 1980, quando a Califórnia ainda oferecia presidentes republicanos ao país, ela abrigava 4,5 milhões de hispânicos, contra 14 milhões hoje – oficialmente. Los Angeles sozinha gasta mais de $1,6 bilhão por ano com imigrantes ilegais. Será que o país terá que admitir todos os 120 milhões de mexicanos como imigrantes até que a esquerda pare de falar em “xenofobia”?

10 - Antes da mudança com as leis de imigração ocorrida na década de 1960, sete países forneciam 5% ou mais do total de imigrantes, cada um: Itália, Alemanha, Canadá, Reino Unido, Polônia, União Soviética e México. Em 2000, o México era o único país fornecendo mais de 5% do total de imigrantes, correspondendo a quase um terço do total! Isso é o que a esquerda entende por diversidade?
11 - Em 1970, havia menos de 10 milhões de estrangeiros nos Estados Unidos, e 75% era da Europa; em 2010, havia 40 milhões, e apenas 13% da Europa.

12 - Em poucos anos Minnesota deixou de ser 99% de alemães, holandeses, finlandeses, dinamarqueses e poloneses para ter 20% de africanos, incluindo ao menos cem mil “refugiados” da Somália. Os índices de criminalidade subiram no local, com relatos de tráfico humano, roubos, estupros, ataques com machados e prostituição infantil. O “multiculturalismo” pode não ser tão belo na prática. Mas o politicamente correto ainda fala mais alto: a Universidade Católica de St. Thomas instalou quartos para rezas islâmicas para demonstrar, de acordo com seu reitor, que a escola é “diversa”. A prefeita de Minneapolis, Betsy Hodges, apareceu vestindo um hijab completo em encontros com somalis. Quem precisa se adaptar, pelo visto, são os que recebem os imigrantes, não o contrário.

13 - Inúmeros relatos de crimes envolvendo imigrantes são abafados pela imprensa. Ann Coulter mostra vários deles, e prova como os jornalistas fizeram de tudo para omitir a origem do criminoso quando imigrante. Em casos chocantes, não faltaram americanos de esquerda para “justificar” tais atos tenebrosos com base nas “diferenças culturais”, mesmo com as ocorrências em solo americano. Um professor de antropologia da State University of New York, por exemplo, testemunhou em defesa de pais muçulmanos que mataram a própria filha, por ela namorar um negro, alegando que “todos que cresceram no Oriente Médio sabem que morrer é uma consequência possível por desonrar a família”. Mas eles não estão no Oriente Médio!

14 - As estatísticas sobre crimes cometidos por imigrantes são obscuras, o governo esconde muita coisa. Mas, em 2011, o Government Accountability Office reportou que a América tinha encarcerados ao menos 351 mil imigrantes criminosos. E essa estimativa ultraconservadora exclui todos aqueles em prisões locais estaduais, prisioneiros cujos certificados de nascimento não puderam ser determinados, imigrantes que foram naturalizados e crianças nascidas de imigrantes ilegais em solo americano. Os dados existentes sugerem que a taxa de criminalidade entre imigrantes é astronômica. O Department of Homeland Security lançou um relatório indicando que há ao menos o dobro de estrangeiros criminosos em relação à estimativa do GAO. Se essa estimativa do DHS estiver certa, então quase um terço dos 2 milhões de presos em cadeias americanas é de estrangeiros.

15 - Em 1925, quando a população era de 100 milhões, havia cerca de cem mil pessoas na prisão; em 1970, quando a população americana dobrou para 200 milhões, a população carcerária também dobrou, para algo como 200 mil; aí, de repente, justo quando as leis de imigração mudaram, a população carcerária explodiu. Se a taxa se mantivesse constante, haveria umas 310 mil pessoas presas hoje, não mais de 2 milhões. Claro que a imigração sozinha não explica isso. Há a guerra contra as drogas, o “welfare state”, a degradação de valores morais. Mas como negar alguma influência da imigração descontrolada?

16 - Outros indícios de elevada participação de imigrantes, especialmente hispânicos, na criminalidade podem ser obtidos com a lista de “mais procurados” de 2015 da LAPD (polícia de Los Angeles): Jesse Enrique Monarrez (assassinato); Cesar Augusto Nistal (abuso infantil); Jose Padilla (assassinato); Demecio Carlos Perez (assassinato); Ramon Reyes (roubo e assassinato); Victor Vargas (assassinato); Rubem Villa (assassinato); Antonio Villaraigosa (fraudes gerais). Algum denominador comum? Por que não há um Smith nessa lista? Metade dos nomes nas listas dos xerifes é de hispânicos. Em 2010, 1.258 de cada 100 mil hispânicos homens estavam na prisão, comparado a 459 de cada 100 mil homens brancos.

17 - Se os hispânicos estão super-representados nas prisões americanas em termos de sua população, nas Forças Armadas eles estão sub-representados. A quantidade de recrutas por população é de 1,06 para brancos, 1,08 para negros, e apenas 0,65 para hispânicos. O patriotismo, um valor tão caro aos americanos, não parece despertar a mesma empolgação nos latinos.

 18 - A gravidez precoce é um convite a problemas sociais e criminais, como toda pesquisa aponta. Nos Estados Unidos, as hispânicas apresentam sete vezes mais chances de ter um filho entre as idades de 10 e 14 (1,4 por mil) do que as brancas (0,2 por mil), de acordo com o Centers for Disease Control. Há um fator cultural também. Gloria Trevi, a popstar conhecida como “Madonna mexicana”, afirmou que uma menor é uma menor nos Estados Unidos, mas no México é diferente, e o sexo com uma menor é aceito lá. De fato, em 32 estados mexicanos, a idade de consentimento para sexo é apenas 12 anos. Os americanos não devem se preocupar em importar tais “valores” para seu país?

19 - O Pew Research Center estima que em 35 anos a população americana será de 438 milhões, sendo 100 milhões de imigrantes. Uma transformação tão abrupta não deveria suscitar um debate mais aberto e sincero, sem tantos rótulos de “xenofobia” e “preconceito” a quem tenta questionar certas coisas?

20 - Um dos maiores jornais americanos, o NYT, é também um dos mais ativos na campanha pela imigração descontrolada. Mas nem sempre foi assim. Há editoriais de apenas poucos anos atrás pedindo cautela, alertando. O que mudou? Simples: em 2008, quando a crise quase levou o jornal à falência, Carlos Slim apareceu para salvá-lo, comprando seu controle. Slim é ninguém menos do que o sujeito mais rico do mundo e… mexicano! Sua fortuna vem do “capitalismo de laços” em seu país, dos esquemas monopolistas, dos conluios com o governo na privatização sem concorrência. Algo como 40% das empresas listadas na bolsa mexicana pertence ao magnata. E eis o que ajuda muito a aumentar sua fortuna: a quantidade enorme de imigrantes mexicanos nos Estados Unidos, mandando dinheiro de volta para os familiares, gerando consumo, fazendo ligações com taxas absurdas da Telmex. Por que ninguém questiona o claro conflito de interesses do NYT nessa questão tão fundamental para o futuro da América?

Rodrigo Constantino, do Instituto Liberal

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Jato atropela veado

Foto da asa direita do avião, feita por um passageiro, antes do pouso. 
Um jato CRJ-700 da American Eagle, a linha regional da American Airlines, atropelou um veado que atravessava a pista, na decolagem do Douglas International Airport  na cidade de Charlotte, Carolina do Norte, EUA.

O avião estava com destino ao aeroporto de Gulfport-Biloxi, no estado de Mississipi, com 44 passageiros e 4 tripulantes a bordo. O acidente ocorreu na quarta-feira, 15 de fevereiro.

O avião atingiu o veado na corrida de decolagem, avariando a asa direita e rompendo um dos tanques de combustível. Os pilotos sentiram a pancada e retornaram ao aeroporto, fazendo uma passagem em baixa altitude e velocidade, para que os técnicos em solo pudessem fazer uma avaliação da avaria sofrida pelo avião, antes de tentar o pouso de regresso.

CRJ-700 Canadair Regional Jet semelhante ao avariado em Charlotte.
O avião pousou sem problemas e os passageiros foram evacuados com a aeronave ainda na pista, com a ajuda dos bombeiros. Ninguém se feriu.


Os bombeiros do aeroporto espalharam líquido retardante de fogo no avião, para evitar um incêndio no combustível que derramava.

Um representante do aeroporto de Charlotte comentou que será feita uma investigação para determinar como o veado conseguiu passar pelas cercas do perímetro aeroportuário, que tem 30 km de extensão.

Um veado (mamífero da familía Cervidae) como este foi o protagonista do
acidente com o avião da American Eagle.
A FAA (Federal Aviation Administration) registrou 47 colisões de aeronaves com pássaros, sendo dois casos de mamíferos, no aeroporto de Charlotte nos primeiros meses de 2016..

A colisão com pássaros mais famosa foi a ocorrida com o voo 1549 da US Airways, em janeiro de 2009, que obrigou o comandante a fazer uma amerrissagem no Rio Hudson, em New York. O avião perdeu a potência dos dois motores após colidir com um grupo extenso de gansos canadenses que migravam para o sul.  

Avião do voo US Airways 1549, no rio Hudson.
O incidente resultou no livro de memórias “Highest Duty: My Search for What Really Matters”, de autoria do comandante  Chesley B. "Sully" Sullenberger e no filme “Sully”, estrelado por Tom Hanks e dirigido por Clint Eastwood.

De acordo com um relatório da FAA publicado em novembro de 2016, cerca de 260 pessoas morreram e 250 aviões foram destruídos em todo o mundo entre 1990 e 2015, em decorrência de colisões com pássaros e animais silvestres.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Em Brasília são sempre 19 horas


Em Brasília são sempre 19 horas. Como na fatídica “Hora do Brasil”. Pontualmente — e com a monotonia habitual — os locutores apresentam um relato diário das atividades dos Três Poderes. Falam de um Brasil imaginário. Tentam, com muito esforço, apresentar as atividades da demoníaca Praça dos Três Poderes.

O Brasil pode estar vivendo uma guerra civil. Mas lá, em Brasília, tudo continua como se vivêssemos o melhor dos mundos.

Durante a semana que passou, os principais assuntos foram a designação de Alexandre de Moraes para a vaga do STF, as manobras para dificultar o andamento da Lava-Jato, a tentativa fracassada de (novamente) aprovar a anistia para os crimes eleitorais e as especulações em torno do nome do novo ministro da Justiça.

A tragédia do Espírito Santo não sensibilizou a elite política. Foi tratada como algo irrelevante — ou de restrita importância. Afinal, qual vantagem poderia ser obtida? Isto poderia levar a algum ganho na estrutura de poder? Abriria possibilidade de um bom negócio?

Brasília ignorou o que estava ocorrendo no Espírito Santo. O medo, a fome, os saques, as mortes, os prejuízos do comércio. Tudo foi tratado com descaso, como se a inconstitucional greve dos policiais militares estivesse atrapalhando a rotina burocrática dos donos do poder.

No Senado, o principal assunto foi a eleição de Edison Lobão para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça, enquanto a Câmara continuou conspirando contra a Lava-Jato, e o Planalto passou a semana blindando Moreira Franco.

O descaso com os trágicos acontecimentos do Espírito Santo é o retrato cristalino da elite política brasileira.

As lideranças partidárias silenciaram, como o fizeram os ministros das cortes superiores, o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto. Excetuando o ministro da Defesa, o governo ignorou o drama dos capixabas.

O Ministério da Justiça — pasta que deveria ter papel ativo na solução da crise — se omitiu. O ministro interino mal apareceu na imprensa para dar seu ar da graça. E, pior, o Palácio do Planalto silenciou. Só se pronunciou — e timidamente — uma semana após o início do motim da PM capixaba.

O sofrimento da população foi ignorado. Nenhuma liderança nacional foi dar apoio ao governador Paulo Hartung. Contudo, foram a São Paulo e São Bernardo do Campo prestar solidariedade a um criminoso, organizador do maior esquema de desvio de recursos públicos da história da humanidade, quando da morte da sua esposa. Pior, o Planalto decretou três dias de luto oficial.

E os 140 mortos no Espírito Santo? Não merecem nenhuma consideração? Por quê?

Somos governados por uma elite perversa e hipócrita. Interesse público? Nenhum. Brasília, na sua eterna indiferença com os destinos do Brasil, a cada dia dá mostras de que a República que nasceu da Constituição de 1988 já deu o que tinha de dar — e deu pouco, para o povo, entenda-se.

O que chama a atenção é a crença dos donos do poder de que os brasileiros vão assistir passivamente ao velho jogo do é dando que se recebe. Como se a luta vitoriosa pelo impeachment tivesse esgotado a capacidade de mobilização. Ledo engano.

No final de 2015, poucos imaginavam que, seis meses depois, Dilma Rousseff estaria fora da Presidência da República. E isto só ocorreu pela pressão popular.

Para o bloco do poder, o impeachment encerrou a crise política. Errado. O impeachment somente destampou a panela de pressão. A crise vai se agravar após as revelações das delações da Odebrecht. E mais ainda pela resistência organizada na Praça dos Três Poderes contra a Lava-Jato.

Não vai causar admiração quando as ruas retomarem o protagonismo que tiveram tão recentemente.
Há um sentimento de que Brasília está da tal forma carcomida pela corrupção, que só é possível esperar algum novo golpe contra os interesses populares.

Neste clima dificilmente serão aprovadas as reformas. E, se forem, deverão ter um alto custo político.
A questão central é que a velha ordem quer se manter a todo custo no poder. E tem milhares de apoiadores — sócios menores e maiores — que vivem à sombra do saque do Estado. Usam, paradoxalmente, do estado democrático de direito para se defender. Ou seja, a lei, ao invés de proteger o Estado e a cidadania, acabou se transformando em instrumento que garante e protege os corruptos.

O risco de a crise política se transformar em crise social é grande.

As finanças estaduais estão exauridas. Os serviços públicos estão sucateados. O desemprego é alto. E a falta de rápida e severa punição dos crimes de corrupção acaba desmoralizando as instituições e estimulando o desprezo pela democracia.

No horizonte, nada indica que a elite política tenha consciência da real situação do país. A crise não frequenta os salões de Brasília. Lá a vida continua bela — como sempre.

É necessário desatar o nó górdio. Mais uma vez, este será o papel das ruas. O simples protesto individual é inócuo.

Foi uma grande vitória derrotar o projeto criminoso de poder. Mas é ainda insuficiente.
As forças de conservação são poderosas. Espertamente — e não é a primeira vez ao longo da nossa história — pegaram carona na indignação popular para se manter no novo bloco de poder. E são elas os principais obstáculos para a plenitude republicana.

Hoje, a grande tarefa é derrotar politicamente a Praça dos Três Poderes.

O Brasil é melhor do que o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. E esta tarefa é da sociedade civil. Não será fácil. Mas é indispensável.

Texto de Edivaldo Sposito

A Estratégia da Harley-Davidson

Matt Levatich, Presidente da Harley-Davidson Motor Company
Em um artigo publicado no Milwaukee Business Journal, no início do mês, Matt Levatich – Presidente e Principal Executivo da Harley-Davidson – discutiu as estratégias para o futuro da empresa, incluindo iniciativas para aumentar o número de motociclistas e, em  consequência, criar mais clientes para os produtos da Motor Company.

Uma das iniciativas mencionadas é a que planeja o lançamento de 50 novos modelos de motocicletas nos próximos cinco anos, assunto já mencionado neste blog. É uma tática bem agressiva considerando que a HDMC já conta com um catálogo com 37 modelos de motocicletas.

Mas Levatich considera o sucesso alcançado pelo recém lançado motor Milwaukee-Eight como um forte sinal de que o processo de inovação e desenvolvimento da marca é o caminho certo a seguir.

A estratégia tem várias etapas e inclui, entre outras, a abertura de 200 novas concessionárias da marca fora dos EUA e maior atividade da Riding Academy, que formou mais de 65.000 novos motociclistas em 2016. Na concepção da Motor Company, muitos destes novos motociclistas poderão se transformar em futuros pilotos de Harley-Davidson.

Aluna da Riding Academy recebendo instrução no estande estático.
Na percepção de Matt Levatich, esta estratégia “mudará a forma como as pessoas enxergam a Harley-Davidson e dará um grande impulso em novos mercados. A Harley-Davidson está definitivamente entrando numa nova era de desenvolvimento de produtos.”

Esta intenção ficou bem clara na carta enviada por Levatich a todos os concessionários da marca, quando menciona o “Próximo Capítulo”, o período dos próximos 10 anos até a comemoração dos 125 anos da Harley-Davidson em 2028. 

Neste comunicado ele menciona os três pontos principais para garantir o futuro da H-D no longo prazo:
  • Aumento do número de motociclistas nos EUA;
  • Aumento do alcance e impacto da marca internacionalmente;
  • Maior fatia de mercado e rentabilidade através da qualidade e criatividade dos produtos.
Para confirmar a tendência da Harley-Davidson Motor Company em atender a demanda dos harleyros, Levantich menciona na carta a capacidade da H-D em ouvir o mercado e entregar desempenho, estilo e inovação nos produtos Harley-Davidson.

Os harleyros brasileiros esperam com ansiedade que tais palavras se tornem uma realidade palpável.

Temos sofrido com preços exorbitantes nos serviços de pós-venda e nos custos dos acessórios, peças e roupas vendidos pelos concessionários Harley-Davidson no Brasil.

Ver uma camiseta de malha – fabricada no Brasil e fazendo propaganda de uma concessionária – ser vendida a R$160 é uma dura realidade que dependerá de muito esforço da Harley-Davidson para mudar. 
Ainda mais considerando que uma camiseta de qualidade igual ou até superior é comprada em qualquer concessionária H-D dos EUA por menos do equivalente a R$70!

Camiseta de malha de algodão importada, vendida pela Surdyke H-D, de Festus, Missouri, USA.
Preço equivalente a R$68,00.

Curitiba Antique Car é a nova atração da cidade

O espaço Mr. Bean exibe o inconfundível MINI Austin,
eternizado no famoso seriado inglês.
O espaço abriga de clássicos antigos a estátuas de cera e até um café container com bar e cervejas especiais. O local será adicionado ao roteiro da Linha Turismo da cidade.

O tradicional bairro Santa Felicidade, acaba de incluir um novo ponto turístico de Curitiba. Na Av. Manoel Ribas 5026 funciona o Curitiba Antique Car que reúne em um mesmo local carros e motocicletas antigos, bonecos de cera, café container com bar e cervejas especiais e uma loja de lembranças. 

Inaugurado oficialmente no último dia 13 de fevereiro, o espaço tem a exposição permanente de 28 veículos antigos restaurados, de Cadillac, Packard e Rolls Royce a Ferrari e Mustang.


O público também poderá apreciar um quadriciclo de 1896 projetado por Henry Ford e um raro Willys Fittipaldi prata, de 1964.

O Curitiba Antique Car é o resultado de uma busca criteriosa por carros antigos levando em conta aspectos como apresentação, conservação, história e cultura

Estátuas em cera do ator Arnold Schwarzenegger e dos astros
 da música Elvis Presley e Michael Jackson.
De acordo com os empreendedores, “o local foi projetado para contar a história e resgatar a cultura dos carros antigos, de uma forma didática e aliada à tecnologia e às experiências sensoriais.”

Containers adaptados abrigam um bar com cervejas artesanais
 e uma loja de lembranças.
Dentre as experiências sensoriais estão videogames interativos e um cockpit no qual é possível usar óculos de realidade virtual e simular a pilotagem de alguns dos carros do acervo pelas pistas de corrida mais famosas do mundo.

Outra proposta do Curitiba Antique Car é oferecer um local de encontro e lazer para as famílias. Futuros acréscimos incluirão um cinema ao ar livre, um espaço para corrida de carrinhos radio-controlados e uma feira de food trucks.

Mais informações: www.curitibaantiquecar.com.br

Fonte: Gazeta do Povo. Fotos Luiz Costa e divulgação.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Primeiro porta-aviões nuclear do mundo é desativado

USS Enterprise (CVN 65)
A Marinha dos Estados Unidos retirou do serviço ativo o USS Enterprise (CVN 65) o primeiro porta-aviões de propulsão nuclear do mundo.

A cerimônia foi realizada no estaleiro Newport News Shipbuilding, contratado pela Marinha americana para fazer a desmobilização do navio.

A cerimônia não marca somente a aposentadoria de um navio com 55 anos de carreira, mas também a primeira vez que isto acontece com um navio nuclear deste porte.

CMG Todd Beltz, Comandante do USS Enterprise
O último comandante da belonave, Capitão de Mar e Guerra Todd Beltz fez o seguinte comentário durante seu discurso para a tripulação do navio, antigos comandantes e autoridades convidadas:

"Por tudo o que o Enterprise representa para esta nação, são as pessoas que trazem o navio para a vida. Assim, ao me perfilar neste navio que representou tanto para todos nós, sinto que é o momento apropriado para reconhecer as contribuições de milhares de marinheiros e indivíduos que mantiveram este navio operando e construiu sua reputação. Nós somos o 'Grande E'"

Presidente John F. Kennedy a bordo do USS Enterprise em 1962.
O USS Enterprise foi o oitavo navio da Marinha dos EUA a ter este nome. Foi construído no estaleiro Newport News Shipbuilding em 24 de setembro de 1960 e incorporação ao serviço ativo em 1961. Durante sua carreira navegou mais de um milhão de milhas náuticas (1,61 milhão de km) com propulsão nuclear, em operações como a Crise de Mísseis em Cuba, na Guerra do Golfo e em dezenas de operações de segurança marítima em todos os mares da Terra.

USS Enterprise, capitânia da Força Tarefa Um, a primeira com todos
os navios de propulsão nuclear.
Em 1964 o USS Enterprise foi o capitânia da Força Tarefa Um, a primeira força-tarefa totalmente de propulsão nuclear, juntamente com o cruzador USS Long Beach (CGN 9), primeiro navio de superfície a propulsão nuclear e a fragata USS Bainbridge (DLGN 25), também de propulsão nuclear. A Força-Tarefa fez a volta ao mundo em 65 dias, navegando 26.540 milhas náuticas (49.190 km), sem reabastecimento.

Características do USS Enterprise (CVN 65):

Tipo: porta-aviões de propulsão nuclear
Deslocamento: 84.626 toneladas
Comprimento: 324 m
Boca total: 78,4 m
Calado de serviço: 12 m
Propulsão: 8 reatores nucleares Westinghouse A2W, 4 turbinas a vapor e quatro hélices.
Potência: 280.000 SHP
Velocidade: 33,6 nós (62,2 km/h)
Autonomia: ilimitada
Tripulação: máximo de 5.828 pessoas. Normalmente 400 oficiais (dos quais 250 aviadores-navais), 450 suboficiais e 4.250 sargentos, cabos e  marinheiros, incluindo o pessoal da aviação embarcada.
Capacidade: 90 aviões de combate.
Incorporação: 25/11/1961
Desincorporação e baixa: 3/2/2017

O USS Enterprise teve 24 comandantes em seus 55 anos de serviço ativo. Destes, sómente 4 não atingiram o posto de Almirante. Seu último comandante, CMG Todd Beltz, ainda poderá chegar ao posto de oficial-general da Marinha dos EUA.

A saga do Enterprise continuará. A Marinha americana já designou o nome para o USS Enterprise (CVN 80), terceiro porta-aviões da classe Gerald R. Ford. A construção deverá iniciar em 2018 e sua incorporação em 2025.

Interpretação artística de um porta-aviões da classe Gerald R. Ford 
O primeiro navio da nova classe de porta-aviões, o USS Gerald R. Ford (CVN 78), deverá ser incorporado ao serviço ativo em abril de 2017. O segundo navio da classe, o USS John F. Kennedy (CVN 79), presentemente em construção, deverá ser entregue pelo estaleiro em 2018 e incorporado ao serviço ativo em 2020.

domingo, 12 de fevereiro de 2017

H.O.G. Rally 2017 será em Foz do Iguaçu


O HOG Rally de 2017 será realizado em Foz do Iguaçu, PR., de 7 a 9 de setembro, com inscrições abertas a partir de primeiro de março.

Estou curioso em saber o custo.