segunda-feira, 29 de maio de 2017

1.000.000 de visitas!


Chegamos a um milhão de visitantes no blog.

Para mim é uma comprovação de que as postagens tem atraído uma multidão de pessoas interessadas no compartilhamento de idéias e de experiências, que é o principal objetivo do nosso blog.

Foram 2.013 postagens (incluindo esta), em 9 anos e 4 meses.

É interessante notar a origem do público que nos acompanha.
Dois países representam 90,3%:
  • Brasil: 766.615 visitas
  • USA:   136.978 visitantes
Os demais 29,7% estão assim distribuídos:
  • Alemanha: 18.584
  • Rússia: 12.373
  • Portugal: 10.033
  • França: 4.461
  • China: 2.116
  • Ucrânia: 2.098
  • Espanha: 1.195
  • Argentina: 1.117
  • Demais localidades: 44.430 visitantes
Os navegadores usados para nos acompanhar:
  • Chrome: 47%
  • Firefox: 16%
  • Explorer: 15%
  • Safari: 11%
  • Demais: 11%
Sistema operacional:
  • Windows: 53%
  • Android: 18%
  • iPhone: 11%
  • Macintosh: 8%
  • Outros:10%
Mais uma vez, muito obrigado por nos visitar e um obrigado especial para aqueles que nos ajudam a fazer um trabalho melhor, comentando (no próprio blog ou nas redes sociais) e compartilhando nossas postagens.

domingo, 28 de maio de 2017

Harley-Davidson de Recife fecha as portas


A concessionária Harley-Davidson de Recife, PE, encerra suas atividades como revenda da marca a partir da próxima quarta-feira.

Não sabemos se será nomeada outra concessionária para Pernambuco.

sábado, 27 de maio de 2017

Não dá para adivinhar !!!


sexta-feira, 26 de maio de 2017

Harley-Davidson premiada no Brasil


A Harley-Davidson do Brasil participou da entrega do prêmio “Maior Valor de Revenda” promovido pela Agência Autoinforme.

O estudo é realizado com base nos dados da tabela Fipe, da Molicar, e também por meio de pesquisas de anúncios e análises do mercado interno de motocicletas, em reconhecimento às marcas que tiveram os seus modelos entre os mais valorizados.

O objetivo da certificação é levar ao conhecimento do mercado brasileiro o índice de depreciação das principais motocicletas vendidas após um ano de uso, comparando o preço praticado do modelo 0 km em março de 2016 com o mesmo modelo em fevereiro de 2017. Por essa metodologia é possível apontar as marcas e os modelos de motocicletas que apresentaram menor depreciação no valor de revenda, no período de um ano, fator primordial para orientar as montadoras e sua rede de concessionárias quanto ao posicionamento estratégico de cada marca em sua política de fidelização de clientes, cada vez mais exigentes.

A Harley-Davidson do Brasil foi vencedora em duas categorias:
  • Touring, com a CVO™ Street Glide®
  • Custom (acima de 800cc), com a Heritage Softail® Classic


Petrobrás: cai o preço da gasolina


A Petrobrás anunciou nesta quinta-feira a decisão de reduzir os preços da gasolina em 5,4% e do diesel em 3,5%, nas refinarias.

Se o ajuste feito for integralmente repassado e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o diesel pode reduzir cerca de R$ 0,07 por litro e a gasolina R$ 0,09 por litro, em média.

Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas pela Petrobrás nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. 

Isso depende de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e postos revendedores.

Fonte: O Estadão

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Harley-Davidson: nova fábrica na Tailândia


O jornal The New York Times relatou na terça-feira, 23/5, que a Harley-Davidson Motor Company está construindo uma nova fábrica na Tailândia, para atender ao mercado da região asiática. A produção deve iniciar no início de 2018.


Motocicletas H-D na Tailândia
A planta, semelhante à existente em Manaus, montará as motocicletas a partir de CKD (complete knocked down) exportados das fábricas nos EUA. O objetivo da nova fábrica é aproveitar os acordos tributários entre os países asiáticos, diminuindo os impostos sobre as motocicletas completas embarcadas nos EUA e exportadas para os países da região, diminuindo o preço final para os compradores e aumentando as vendas internacionais da Motor Company.

De acordo com executivos da HDMC, o mercado asiático está em crescimento devido à expansão da economia, crescimento da classe média e aumento do consumo de motocicletas pesadas.

Atualmente as motocicletas são exportadas, já montadas, das fábricas no EUA para os mercados da Europa e da Ásia. Alguns países destes mercados tem tarifas alfandegárias altíssimas. A Tailândia, por exemplo cobra o absurdo de 60% sobre o valor das motocicletas importadas (igualzinho ao Brasil !!!), tarifa que não se aplica se as motocicletas forem montadas no país.

Existem 5 fábricas da H-D nos EUA, atualmente, localizadas nos Estados de Wisconsin, Missouri e Pensilvânia. Além destas, a Harley-Davidson mantém linhas de montagem no Brasil e na Índia.

Fábrica de motores e transmissões da H-D em Wisconsin
Fábrica da H-D em Kansas City, Missouri
 Segundo nota divulgada pela Motor Company, a nova fábrica não vai afetar as demais em existência, que continuarão montando veículos para os mercados que já atendem.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Todo cuidado é pouco, numa rodovia ou em qualquer rua.


Este acidente ocorreu numa freeway em Los Angeles, California.

O motorista do automóvel entrou na faixa expressa, cruzando a linha amarela (o que é proibido), sem dar seta.

O piloto da Harley-Davidson conseguiu frear, mas não o suficiente para evitar a colisão.

Por sorte, saiu do episódio sem ferimentos graves.

Todo cuidado é pouco!

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Marinha sem marinheiros?



Parece história de fantasmas. Um enorme cargueiro navegando pelos mares, sem um comandante ou tripulação à bordo. Mas se for concretizado o que se planeja, esta parece ser a realidade no futuro.

A empresa norueguesa de tecnologia marítima Kongsberg Gruppen fez parceria com a gigante da área de fertilizantes Yara ASA e anunciou os planos para construir o que seria o primeiro navio porta-containers do mundo totalmente autônomo, sem tripulantes. O navio, ainda com uma tripulação convencional, deverá entrar em serviço em 2018 e, em 2020, o “Yara Birkeland” deverá navegar sem nenhuma alma à bordo. Será o início de uma revolução em uma das mais tradicionais e conservadoras atividades humanas: a Marinha Mercante. Seus idealizadores esperam, com isto, fazer a navegação mundial mais segura, rápida e limpa. Será?

Visão artística do "Yara Birkeland"
A racionalização comercial atrás da ideia de navios autônomos é bem clara. A Guarda Costeira dos EUA estima que 96% dos desastres marítimos tem erros humanos como sua principal razão. Recentemente o recrudescimento da pirataria mostrou que as tripulações são alvos vulneráveis aos criminosos internacionais. E a crônica falta de oficiais e capitães na Marinha Mercante mundial reforço o fato de que as pessoas não estão dispostas a viver as agruras dos homens do mar.

A infraestrutura instalada nos navios para acomodar seus tripulantes – os camarotes, ar-condicionado, cozinha, áreas de lazer e a ponte de comando – tomam uma parte considerável na construção dos navios e tem um peso que poderia ser usado mais lucrativamente, carregando frete pago.

O sonho de muitos armadores tem sido, há muitas décadas, eliminar as tripulações e o custo a elas relacionado. Segundo a Rolls-Royce Holdings Plc, um projeto virtual de um navio sem tripulação demonstrou que ele seria 5% mais leve e queimaria 15% menos combustível, se comparado com o mesmo navio tripulado.

O navio autônomo na concepção da Rolls-Royce
Há muita contradição, no entanto.  As tripulações tem diminuído em tamanho desde a década de 1960, quando começaram a ser introduzidos nos navios equipamentos automáticos e sem necessidade de supervisão humana constante. O número de acidentes diminuíram? Não necessariamente. Tanto assim que agência das Nações Unidas para a Marinha Mercante, a IMO (Organização Marítima Internacional) proíbe operação de navio sem tripulação.

Oficias na ponte de comando de um moderno navio de carga.
Ponte de comando ou passadiço de um navio cargueiro moderno.


Na década de 1960, um navio petroleiro com capacidade de transportar 53.000 toneladas de óleo bruto tinha uma tripulação de 48 pessoas. Hoje, um navio brasileiro da classe Suezmax construído em 2015 e que transporta cerca de 150.000 toneladas de petróleo tem 24 tripulantes, em média. A redução foi possível com a automatização de vários equipamentos e sistemas à bordo.

N/T "Dragão do Mar", um navio da classe Suezmax, da Petrobrás.
Mas serão, efetivamente autônomos, estes navios do “futuro”? Claro que não. Seus tripulantes, na verdade, estarão confortavelmente instalados nas salas de controle, em terra, operando os navios através de “joy-sticks”, como num imenso jogo digital.

Haverá benefícios para os armadores? Imagina-se que sim. Sem tripulantes embarcados o custo dos navios será menor e os lucros maiores. 

Haverá benefícios para a humanidade? Tenho minhas dúvidas.